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Taciana Medeiros assume presidência do Banco do Brasil
A executiva foi anunciada pelo governo como nova presidenta do banco público no 30 dia de dezembro, e sua nomeação foi publicada no Diário Oficial da União nesta segunda-feira 16.

Tarciana Medeiros assumiu o comando do Banco do Brasil nesta segunda-feira 16. A executiva foi anunciada pelo governo como nova presidenta do banco público no 30 dia de dezembro, e sua nomeação foi publicada no Diário Oficial da União nesta segunda-feira 16.

A cerimônia de posse foi realizada no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) em Brasília e pôde ser acompanhada pelo canal do BB, no YouTube.

Medeiros é funcionária de carreira do BB e ingressou no banco por concurso há 22 anos. Em 2002, assumiu o primeiro cargo de gestão, passando por diversas funções, na rede de varejo, em agências e superintendências, no Nordeste, no Norte e no Centro-Oeste. Seu nome foi anunciado, no dia 30 de dezembro, pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad.

A presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Juvandia Moreira, que também estará presente na cerimônia de posse, destacou a importância da escolha para presidir o BB.

??Escalar uma mulher para assumir a presidência do banco público, em mais de 200 anos de história, é um grande avanço. A igualdade de oportunidade é uma luta antiga do movimento sindical bancário e, atualmente, dos mais de 50 altos cargos, apenas cinco são ocupados por mulheres dentro do BB?, ressaltou Juvandia, que também abordou o papel econômico-social que a empresa tem para o país: ??Aguardamos por uma gestão que recupere o Banco do Brasil como um banco público, alinhado às políticas de desenvolvimento que o país precisa para melhorar a economia. E isso passa por uma política de crédito a juros mais baixos?, completou.

Para a funcionária do BB e representante da Contra-CUT na Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), Fernanda Lopes, há expectativa de recomposição do quadro de funcionários e de agências, reduzidos significativamente nos governos Temer e Bolsonaro.

??Nos últimos seis anos e meio, foram fechadas 1.500 agências e mais de 10 mil postos de trabalho. O resultado disso foi sobrecarga de trabalho para os funcionários que continuaram na empresa, além da desbancarização em pequenas cidades e periferias, que foram as localidades mais atingidas. Esperamos por uma gestão que reforce o papel econômico-social do BB e que desenvolva programas efetivos de igualdade de oportunidades para a ascensão dos funcionários?, pontuou.

Fonte: Sintraf T.O e Região com Contraf-CUT


 

Publicado em: 17/01/2023 / 13:30:32

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