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Dia Nacional de Luta contra abusos do Santander
Mobilizações denunciaram fechamento de agências, demissões e contratações fraudulentas

As mobilizações aconteceram em todo o país e reuniram bancários e bancárias em protesto contra o fechamento de agências, as demissões e a contratação fraudulenta de mão de obra, prática em que o banco demite trabalhadores com todos os direitos garantidos pela Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) e os recontrata por meio de empresas terceirizadas do próprio grupo espanhol, com perda de direitos e redução salarial.


A ação, organizada pela Contraf-CUT, federações e sindicatos, teve como objetivo denunciar as práticas abusivas do Santander e exigir respeito, valorização e dignidade para os trabalhadores que constroem os lucros do banco no Brasil.

 

Em Teófilo Otoni diretores do Sindicato dos bancários estiveram na agência do Santander distribuindo panfletos para os bancários, clientes e população.


“Neste Dia Nacional de Luta em defesa dos trabalhadores e clientes do banco Santander, a Contraf-CUT, junto às federações e sindicatos de todo o país, reafirma o compromisso na defesa do emprego bancário, contra o fechamento de agências e postos de atendimento, contra as práticas antissindicais e pelo respeito à dignidade de cada bancário e bancária no Brasil”, destacou Wanessa de Queiroz, coordenadora da Comissão de Organização dos Empregados (COE) Santander.

Segundo Wanessa, o movimento sindical tem atuado de forma unificada para denunciar a precarização imposta pelo banco e defender condições de trabalho justas. “Hoje unimos nossas vozes em todo o Brasil para afirmar: basta de precarização, Santander! Queremos mais respeito, valorização e dignidade para os empregados que constroem o lucro do banco”, reforçou.

A secretária de Relações Internacionais da Contraf-CUT e funcionária do Santander, Rita Berlofa, também criticou duramente a postura do banco no país. “É inaceitável a forma como o Santander tem conduzido sua gestão no Brasil. Trata-se de uma total falta de respeito ao país e aos brasileiros, quando o banco, em nome de lucros que já são estratosféricos para seus acionistas, burla a lei com contratações fraudulentas e promove demissões de trabalhadores que dependem do emprego para sustentar suas famílias e garantir sua sobrevivência. Como se isso não bastasse, há também um profundo desrespeito aos clientes, que são empurrados para o atendimento automatizado, muitas vezes após o fechamento de suas agências, sendo obrigados a percorrer longas distâncias para conseguir um atendimento presencial. Para nós, trabalhadores, isso é revoltante. Mas não vamos nos calar. A luta continuará

 

Fonte: Sintraf T.O. e Região Com Contraf - CUT


 

Publicado em: 05/11/2025 / 09:08:13

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