

Após intensas negociações com o banco, o movimento sindical conquistou o retorno das Gipes e das Repes, que são essenciais para a melhoria do atendimento aos empregados e usuários da rede credenciada do Saúde Caixa. Extintas em 2021, na gestão de Pedro Guimarães, as Gipes (Gerencias de Filiais de Gestão de Pessoas) e as Repes (Representação da Gestão de Pessoas) estão oficialmente de volta à estrutura da Caixa, a partir desta segunda-feira (05).
Em Minas Gerais, a Gipes fica no prédio da rua Tupinambás, no Centro de Belo Horizonte. Nas localidades em que não há Gipes, serão implementadas as Repes.
Agora, a expectativa é de que o serviço seja retomado e de forma humanizada. O movimento sindical reivindica a reimplantação das estruturas desde 2021. O entendimento é de que o banco, único 100% público do país, precisa de uma área específica de gestão de pessoas. O setor é imprescindível não só para o processo de reconstrução da Caixa que o Brasil precisa, mas para o cuidado com os empregados e uma gestão mais humanizada.
Nesta mesma segunda-feira, representando os Sindicatos da Fetrafi-MG (Federação dos Trabalhadores do Ramo Financeiro de Minas Gerias), foi entregue um ofício ao novo gerente da Gipes BH, Ricardo Lopes Broto, solicitando o agendamento de uma reunião entre representantes dos trabalhadores e a atual gerência. Participaram Eliana Brasil, diretora do Seeb-BH e da Contraf-CUT, Bianca Lourenço, diretora do Sindicato de BH e da Fetrafi-MG, Cardoso, representando a Fenae e os diretores do Seeb-BH Nery Gomes e Umberto Gil.
O movimento sindical também solicitou a rápida instalação do comitê regional de credenciamento e descredenciamento do Saúde Caixa e o agendamento de uma reunião para dar início as atividades do comitê. Importante destacar que desde 2021 explodiram os relatos sobre a piora significativa no atendimento das demandas dos usuários. Sem falar nos constantes descredenciamentos, o que prejudica a todos que precisam do Saúde Caixa.
??Em várias localidades do país, a rede credenciada do Saúde Caixa é muito precária. Perde-se um dia inteiro, ou mais, de trabalho para se fazer uma consulta médica. Isso gera prejuízo para o banco e para os empregados e ainda atrapalha o funcionamento da unidade, uma vez que os demais empregados ficam ainda mais sobrecarregados?, explicou o diretor da Contraf-CUT e coordenador da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa, Rafael de Castro. ??? preciso, o quanto antes, ampliar a rede credenciada para resolver este problema?, completou.
Fonte: Sintraf T.O e Região com Fetrafi-MG e Contraf-CUT
Publicado em: 06/08/2024 / 16:55:03