

O Sindicato informa que na assembleia que vai até as 20h desta quinta-feira (5), está indicando a aprovação da proposta para a renovação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) específico dos bancários e bancárias da Caixa. A decisão do Sindicato leva em consideração a conjuntura apresentada até o momento, mas a assembleia é soberana, e, por isso, é importante a participação de todos os bancários da Caixa.
A assembleia está sendo realizada de forma virtual e através do link https://bancarios.votabem.com.br/. Basta acessar, digitar a matrícula funcional (apenas números) sem o digito e seguir as orientações dadas pelo sistema.
A fim de esclarecer, o Sindicato dos bancários de São Paulo preparou um ??perguntas e respostas? formulado com base nas questões mais veiculada nas redes sociais:
A PLR Social será mantida?
A PLR Social da Caixa está mantida e será paga juntamente com a PLR (CCT),
E a CCV Incorporação?
A Caixa oferecerá a CCV para os casos de incorporação a partir da assinatura do acordo e também referente aos últimos 5 anos, reconhecendo verbas que até agora não reconhecia como, por exemplo, CTVA, Porte de Unidade e APPA.
O restante da regra de incorporação permanece inalterado.
E as funções por minuto?
O modelo de função por minuto será extinto, restando a nomeação por prazo.
O tombamento de tesoureiro, de 8 para 6 horas, será obrigatório?
Não é obrigatório! Será oferecido inclusive CCV tanto para quem aderir quanto para quem não aderir à diminuição de jornada, relacionada às 7ª e 8ª horas dos cinco anos anteriores (não tendo ações julgadas). Ficando expressa a informação de que a partir deste acordo a função é caracterizada como de 6h e os empregados que decidirem permanecer em 8h não terão daqui em diante reconhecidas 7ª e 8ª horas na condição de horas extras.
E o efeito cascata?
Fica acordado que a limitação da cascata atual, consignada a agências com 2 funções gerenciais exceto GGR, agora atingirá muito mais locais, passando o limitador para 4 funções gerenciais exceto GGR.
Caiu o teto do Saúde Caixa?
Não. A Caixa não poderia assinar acordo modificando automaticamente seu estatuto. No entanto, pela primeira vez desde a inserção do teto de 6,5% em seu estatuto de forma unilateral, a Caixa admite debater discutir junto aos trabalhadores a revisão desta questão, inclusive estudar o acesso dos novos empregados (pós 2018) no plano quando aposentados.
Fonte: Sintraf T.O e Região com Contraf-CUT e Bancários SP
Publicado em: 05/09/2024 / 13:04:59