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A Fetrafi - MG realizou o Encontro Estadual d@s Bancári@s de Bancos Públicos e Privados debatendo prioridades para categoria bancária
Sindicato de Teófilo Otoni e Região reúne com lideranças na sede da Apcef-MG, em Belo Horizonte, no último sábado, 25 de abril

A Fetrafi-MG realizou no último sábado (25/04), em Belo Horizonte, o Encontro Estadual das Bancárias e dos Bancários de Bancos Públicos e Privados. O evento reuniu trabalhadores do Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Itaú, Bradesco, Santander, Mercantil e Inter.

Na mesa de abertura, que contou com presidentes e representantes dos oito sindicatos filiados à Federação, o presidente da Fetrafi-MG, Carlindo Dias (Abelha), destacou a importância dos encontros estaduais, especialmente em um ano marcado por campanha salarial e eleições presidenciais.

“É nesses encontros que construímos nossas pautas para a minuta de reivindicações. Manter a unidade neste momento é fundamental”, afirmou.

A programação incluiu um debate sobre a conjuntura política e o cenário eleitoral no Brasil, conduzido pelo jornalista e influenciador digital Ricardo Mello.

Os grupos de trabalho dos bancos públicos ,Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal, discutiram temas como planos de saúde, previdência complementar, o fortalecimento do papel social das instituições e a importância da unidade do movimento sindical, sobretudo durante a campanha salarial deste ano.

Banco do Brasil

O grupo de trabalho do Banco do Brasil foi coordenado pelo secretário-geral do Sindicato dos Bancários de BH e Região, Rogério Tavares e pelo presidente do Sindicato dos Bancários de Uberaba e Região, Diego Bunazar.

A diretora eleita da Cassi, Luciana Bagno, abriu os debates agradecendo a confiança da categoria e ressaltando a necessidade de união. Segundo ela, um dos principais desafios nas negociações deste ano será ampliar a participação do banco no custeio do plano de saúde, além de fortalecer o atendimento preventivo e especializado da Cassi.

Também presente, o diretor de seguridade da Previ, Wagner Nascimento, destacou a solidez dos planos de previdência e a importância dos dados fornecidos pela entidade para subsidiar as negociações.

Entre as propostas apresentadas pelos participantes, destacam-se:

Valorização e ampliação de oportunidades para pessoas com deficiência (PCDs)

Retorno do Vale-Cultura

Realização de novo concurso público

Implementação de um novo plano de cargos e salários

Criação de mesa temática para PSO, caixas e PSV

Caixa Econômica Federal

Os debates do grupo da Caixa foram conduzidos pela secretária de Formação da Contraf-CUT, Eliana Brasil, e pelo vice-presidente da Fenae, Clotário Cardoso.

A minuta de reivindicações foi estruturada em quatro eixos principais:

Defesa da Caixa

Saúde e condições de trabalho (incluindo Funcef e Super Caixa)

Saúde Caixa

Remuneração e carreira

Também foram discutidos temas relacionados à organização do movimento sindical e ao futuro da representação dos empregados da Caixa.

 Banco Bradesco

  • ROE atrelada a selic
  • Extensão do auxílio babá para crianças de até 6 anos e 11 meses
  • Cobrar o banco quanto ao compromisso firmado de ao menos 30% dos novos contratados serem pessoas pretas/pardas (atestado em relatório trimestral/semestral)

 

Banco Itaú 

  • Melhorias das condições de trabalho e saúde
  • Valorização da PCR e programas próprios de remuneração
  • Manutenção do emprego diante das ameçass vindas do fechamento de agências, das novas tecnologias e do novo modelo de atendimento do Itaú

 

Banco Inter

  • Auxílio Farmácia
  • Auxílio Bolsa Educação
  • Vale Cultura
  • Folga Aniversário
  • Home Office 3×2
  • Fim do assédio moral e organizacional
  • Auxílio Creche/Babá para filhos até 10 anos de idade
  • Banco de Horas para jornada de 6h igualitário ao banco de horas para jornada de 8h

 

Banco Mercantil 

  • Melhorias na PLR
  • Auxílio Farmacia 
  • Plano de saúde: inclusão dos pais e redução da coparticipacão
  • Metas- transparência e previsibilidade nas metas a serem cumpridas

 

Banco Santander

  • Mais rigor nas apurações e proteção às pessoas vítimas de assedio sexual;
  • ⁠Volta do horário de funcionamento de 10 h às 16 h nas capitais e no interior, obedecendo o horário do município;
  • ⁠Que a NPS não seja ferramenta de redução da remuneração variável;
  • ⁠Que agências sem numerário tenham pelo menos um vigilante em horário integral e revezamento no horário de almoço;
  • ⁠Vale-combustível para deslocamento entre a residência e o local de trabalho para os funcionários que não recebem vale transporte;
  • ⁠Os custos anuais com a Anbima sejam pagos integralmente pelo banco.

 

Fonte: Fetrafi - MG


 

Publicado em: 28/04/2026 / 10:08:49

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