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I Oficina de Segurança Bancaria da FETRAFI-MG/CUT

Sintraf T.O e Região participa de Oficina de Segurança Bancária


 

A segunda edição do Programa de Oficinas Regionais – Tornando Real a Capilaridade da Segurança Bancária foi realizada pelo Sindicato dos Bancários de Pernambuco, nesta quarta-feira (29), em Belo Horizonte (MG). Desta vez, a atividade formou dirigentes de sindicatos que compõem a base da Federação dos Trabalhadores do Ramo Financeiro de Minas Gerais (Fetrafi-MG).

A proposta do programa é criar uma rede nacional de dados sobre a violência contra os bancos e os correspondentes bancários, que atinge diretamente a categoria e a população de um modo geral.

Para o diretor do Sintraf T.O e Região presente na oficina, Lucas Madureira “a segurança nas instituições financeiras é fundamental para que todos os usuários, internos e externos, possam efetuar suas atividades e transações com tranquilidade. Apesar de a Lei 7.102/83 estabelecer normas de segurança para os estabelecimentos financeiros, é preciso multiplicar a necessidade de mais organização e aproveitar as oportunidades de discussão do tema segurança preventiva , e, em relação a isso, acredito que a implantação deste programa será de extrema importância nas negociações com os bancos que insistem no discurso de que os incidentes de segurança são cada vez menores, quando na realidade do dia a dia e as multas aplicadas pela PF dizem o contrário”, destaca.

Durante o curso, foram apresentados os dados obtidos no Mapa da Violência Contra Bancos em Pernambuco, iniciativa pioneira no país, que aponta o total de 155 investidas criminosas neste ano, no Estado.

Para o secretário de Assuntos Jurídicos do Sindicato e membro do Coletivo Nacional de Segurança Bancária da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), João Rufino, a implementação deste sistema em todos os sindicatos é fundamental. “A violência bancária é uma realidade que atinge todo o país. Então, precisamos capilarizar as informações coletadas pelas entidades. Assim, poderemos confrontar nosso mapa com os dados oficiais, que em geral são subnotificados, para cobrar ações efetivas de segurança”, afirma.

Os mapas estaduais ou municipais serão alimentados pelos sindicatos e a Contraf-CUT será responsável por compilar as informações em nível nacional e redistribuir os dados para as entidades. A expectativa é que o projeto nacional ocorra a partir de 2018.

Fonte: Sintraf T.O e Região


 

Publicado em: 29/11/2017

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