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Contraf-CUT reivindica novamente inclusão dos bancários no PNI ao Ministério da Saúde
Nesta quarta-feira, 2 de junho, a Contraf-CUT enviou mais um ofício ao Ministério da Saúde e ao ministro Marcelo Queiroga, reforçando a solicitação e pedindo uma reunião virtual sobre o tema. Dados de morte da categoria durante a pandemia do coronavírus fortalece solicitação

Com a pandemia fora de controle no Brasil, os sindicatos continuam cobrando das autoridades que bancárias e bancários sejam incluídos nos grupos prioritários do Plano Nacional de Imunização (PNI). Nesta quarta-feira, 2 de junho, a Contraf-CUT enviou mais um ofício ao Ministério da Saúde e ao ministro Marcelo Queiroga, reforçando a solicitação e pedindo uma reunião virtual sobre o tema.

No ofício, a Contraf-CUT destaca que a atividade bancária é considerada essencial desde o começo da pandemia, tendo que assegurar atendimento presencial à população nas agências e postos de atendimento. Sendo assim, os serviços não foram interrompidos e, inclusive, registraram filas e aglomerações dentro e fora das unidades bancárias.

O texto lembra que no ofício enviado no dia 13 de março já havia sido destacado que a atividade bancária é considerada essencial desde o dia 20 de março de 2020, por decreto federal. “A Inclusão dos bancários na lista de prioridades se impõe diante da realidade. Fomos catalogados como categoria essencial, que está na linha de frente do atendimento da população e com alto índice de transmissibilidade e contágio. Os dados mostram isso. Defendemos tecnicamente que esta deve ser a abordagem por parte das autoridades sanitárias”, afirmou Mauro Salles, secretário de Saúde da Contraf-CUT.

O documento ressalta ainda que “existe uma evidente exposição aos riscos de contágio nestes ambientes e já se registram inúmeros casos de adoecimento, de afastamento do trabalho, internações hospitalares e de óbitos na categoria bancária, ainda com a possibilidade de proliferação da COVID-19 aos coabitantes e pessoas próximas”.

Por fim, o ofício da Contraf-CUT apresenta ao Ministério da Saúde um gráfico, elaborado pelo Dieese, que aponta a evolução no número de desligamentos por óbito no setor durante a pandemia, com tendência de crescimento.

Veja aqui o ofício na íntegra.


Fonte: Contraf-CUT 


 

Publicado em: 02/06/2021

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